quinta-feira, 8 de junho de 2017

Courgetes...

Este ano nao consegui fazer "vingar" nenhum pepineiro apesar de ter tentado por duas vezes, morreram sempre.
No mesmo lugar coloquei courgetes e "voilá"!!!!

A natureza tem destas coisas...










terça-feira, 6 de junho de 2017

PR1 Soalhães Marco de Canaveses - Pedras Moinhos e Aromas de Santiago





“Pedras, Moinhos e Aromas de Santiago” é uma pequena rota circular, com uma média de 15 km, que dá ênfase, maioritariamente, ao turismo natural, cultural e religioso, possibilitando a contemplação de várias ostentações da vida.

O percurso em tema tem início com uma visita à Igreja Matriz de Soalhães, decorrendo, posteriormente, numa área montanhosa (a Serra da Aboboreira) de elevado valor cultural e natural, preservada pelo progresso urbanístico, por centúrias de isolamento geográfico e pela ulterior desertificação humana. Assim, durante o trajeto, percorrem-se caminhos antigos, ladeados por muros de pedra, muitas vezes escavados na rocha-mãe, por sua vez rasgados pelas rodas dos carros de bois. Além disto, as gentes destas terras, ancestralmente adaptadas aos ambientes rurais e vivendo em tradicionais casas graníticas de arquitectura tipicamente portuguesa, ainda cultivam o campo à força braçal e animal.

Tal ambiente, calmo e pouco povoado, propicia a existência de refúgios ecológicos para inúmeras espécies da fauna e da flora. Deste modo, ao longo do itinerário os pedestrianistas percorrem bosques de carvalhos, eucaliptos e pinheiros; campos de cultivo sobranceiros às aldeias e zonas de vegetação arbustiva. Nesta linha de pensamento, é de frisar uma característica nesta zona: a utilização de ervas aromáticas na gastronomia e na medicina tradicional, tais como o rosmaninho, o alecrim, o louro, a hortelã, a salsa, o funcho, a arruda, o trovisco, a cidreira, a marcela, a arnica, os agriões e os poejos. No âmbito da fauna, a serra da Aboboreira serve de hospedaria para várias espécies de invertebrados, destacando-se as distintas borboletas e escaravelhos, entre outros. No entanto, nesta região encontram-se ainda, aproximadamente, 68 espécies de vertebrados terrestres, não incluindo as aves, dando-se o destaque para a salamandra-lusitânica, a rã-ibérica, o lagarto-de-água e a toupeira-de-água, entre muitos outros exemplares. Relativamente aos mamíferos destacam-se o javali, o coelho bravo, a lebre, a raposa e o gato-bravo. Ao mesmo tempo, na fauna doméstica, encontram-se ovinos e caprinos, que pastoreiam na encosta da serra (permitindo a confeção do saboroso queijo fresco), assim como os bovinos, utilizado ainda nas lavouras tradicionais.

Matizando a paisagem, podem observar-se grandiosos rochedos com formas finamente arredondadas, lembrando silenciosos guardiões da serra. Umas vezes são usados como escudos protetores dos temporais, justificando o facto de antigamente o povo partilhar com eles o seu lar, ao construir as suas casas a elas encostadas. Outras vezes, estes geomonumentos, pela desproporção e “equilíbrio ameaçador” em que se encontram, inclinados sobre as habitações, parecem querer recordar ao Homem a sua pequenez e a realidade da sua existência estar nas mãos do destino.

De forma colateral, é possível assistir à trituração de cereais (como por exemplo, do milho) nos moinhos de água, como o “Moinho de Balcão”, cedido pela Srª. Dª Diamantina Dias e familiares. O último faz parte de um belo conjunto de onze, envolvidos por uma vegetação luxuriante e acompanhados pela Ribeira de Vinheiros, em Soalhães, e dos quais foram recuperados mais três, pela Junta de Freguesia, com o apoio do Programa Leader + e da Câmara Municipal. Apesar das suas últimas moagens terem ocorrido na década de 1970, o “Moinho de Balcão”, trabalha como antigamente, demonstrando-se como um dos motivos mais atraentes dos visitantes, dos alunos, dos turistas e dos caminheiros do itinerário em assunto.

Similarmente, para além da Igreja Matriz de Soalhães (referida inicialmente), as capelas de S. Clemente, S. Tiago, S. Brás e S. Bento do Pinhão evidenciam a presença das construções de caráter religioso em diferentes partes da paisagem deste percurso pedestre.
Mais informação poderá ser obtida em http://pedrasmoinhosearomas.blogspot.com


domingo, 4 de junho de 2017

Feijão ( Actualização )


Cá vos deixo umas imagens do feijão que semeei em tabuleiro e que já está "prontinho" para ir para local definitivo. Brevemente posto fotos dos mesmos já na terra.
Antes

****

Depois





sábado, 3 de junho de 2017

As primeiras Alfaces


Demoraram e muito sinceramente até nem pensei que fossem dar grande coisa mas lá estão a começar a aparecer.

As duas primeiras deste ano que colhi na foto. Nao estão nada mal de tamanho, só para termo de comparação o sapato é um 42.



segunda-feira, 29 de maio de 2017

XIX Festa do Folclore

O Grupo de Danças e Cantares de Soalhães leva a efeito a sua  XIX Festa do Folclore no dia 18 de Junho de 2017.
Aproveitem e venham assistir e conhecer esta bonita terra .

Aqui fica o cartaz:


segunda-feira, 22 de maio de 2017

Pelourinho de Soalhães

Pelourinho, antigo símbolo de autonomia do concelho de Soalhães, integrado no concelho de Marco de Canaveses desde 1852 e extinto como comarca em 1855.

Numa perspetiva história, segundo Raczynski, aludido por Aguiar (nas páginas 92 e 93 do livro de 1947, com o título "Descrição Histórica e Corográfica e Folclórica de Marco de Canaveses), a proveniência dos pelourinhos provém duma “coluna de pedra com dois metros de altura e no cimo um varandim ou mirante, mandada construir por Moenius, nobre romano, na praça do Fórum de Roma”. Posteriormente, nobres, bispos, mosteiros e municípios seguiram tal exemplo, tornando os monumentos em tema em símbolos da sua dominação. Posto isto, o Pelourinho revela o poderio e a independência municipais de um determinado município, tendo sido, por vezes, mencionados por grandes escritores, como Camilo Castelo Branco, Gil Vicente e Garcia de Resende, entre outros.
 
Direcionando o pensamento para o Pelourinho de Soalhães, torna-se óbvia a sua presença enquanto representação da jurisdição e da independência remotas da freguesia (enquanto concelho). Este monumento encontra-se situado no centro do largo da junção das estradas municipais de Soalhães e da inferior de Juncal, patenteando uma preservação satisfatória (idem).
 
Fisicamente, o Pelourinho de Soalhães evidencia "uma plataforma de três degraus de planta quadrangular sobre a qual assenta uma base monolítica quadrada, destacando-se um fuste monolítico cilíndrico com colarinho. O tabuleiro é quadrangular com moldura e por cima deste são visíveis quatro colunelos de base quadrada e remate tronco-piramidal" 


sábado, 20 de maio de 2017

Feijão

Aqui á uns dias semeei em tabuleiro uma data de variedades diferentes de feijão que consegui numa troca de sementes com uma Sra Holandesa.
Algumas dessas variedades sao muito curiosas e bonitas.





Pelo meio vieram também umas variedades que mais parecem ervilhas mas brancas que nao sei o que sao...vamos ver como corre!

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Estado geral da horta...

 Apesar da terra nao ser grande coisa , aos poucos a coisa la se vai compondo.
Ainda há muita coisa para ir á terra mas devagarinho o aspecto geral vai sendo melhorado.
Tomateiros

Cebola

Couves

Courgetes e Pimentos

Cebola

Alface Frisada

Courgetes

Courgetes

Batata

Couves Broculos e Flor

Pimentos

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Tomateiros...

Finalmente arranjei um bocadinho para começar a por os tomateiros á terra...aqui estão os primeiros:


Sao eles das seguintes variedades:

- Gold Dust ; - Dentato Vermelho ; - Banana Yellow ; - Black Plum ;  - Peche Blanch ; - Hawaian Pineaplle ; - Sibirisky Scoropely ; - Cherokee Purple ; - Joia de Oaxaca ; - Ananas Negro ; - Fiaschetto ; - Negro da Crimeia ; - Cherry Vermelho ; - Georgia Streak ; - Cherry Chocolate 


Ainda faltam muitos....

domingo, 7 de maio de 2017

Pimentos padron


Ja estão na terra os tanto apreciados por mim , Pimentos padron...daqui a algum tempo vai começar a desgraça, haja tinto do bom!!!!



sábado, 29 de abril de 2017

Igreja de São Martinho de Soalhães



As origens da Igreja de São Martinho de Soalhães remontam ao século IX, quando aqui se fundou uma basílica onde estariam as relíquias deste santo ou existia um mosteiro dos Templários, já referenciado no ano de 1120. Contudo, dados mais concretos escasseiam até chegarmos ao século XIII, quando se documenta que a Igreja passou à condição secular, completando, assim, o processo de formação da paróquia.




Na listagem das igrejas de 1320, Soalhães é citada com a de Mesquinhata (Macinhata) e de Santa Cruz como sendo, todas juntas, taxadas em 400 libras. Este território constituía, no século XVIII, a Prelazia de Soalhães, ou seja, uma circunscrição eclesiástica fora da jurisdição diocesana, possuindo jurisdição que se comparava quase à jurisdição Episcopal. Apesar do peso histórico que adquiriu na Idade Média, a atual estrutura da Igreja de Soalhães denota poucos vestígios desses tempos, tendo sido bastante alterada em épocas posteriores.





Estas alterações geraram uma certa polémica nas instituições competentes aquando da sua classificação: apesar da sua raiz medieval, os testemunhos dessa época eram parcos para se avançar com a sua valorização. Inicialmente a classificação como Monumento Nacional só abrangeu os elementos românicos da Igreja. Mas esta situação foi posteriormente solucionada em 1980, quando se considerou a necessidade de se classificar a Igreja no seu todo e não partes concretas.






quarta-feira, 26 de abril de 2017

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Repicagem...

Já há tomateiros para serem repicados...vai começar o trabalho!!!


segunda-feira, 10 de abril de 2017

"O crime da aldeia velha."

Tal como em todas as terras também em Soalhães existem  algumas lendas, aqui vos deixo uma que é bem  real e chegou mesmo ao cinema e que viria a dar origem ao estigma imposto ao naturais de Soalhães de serem  da terra de "mata e queima".

Fica aqui o link para um excerto do filme crime da aldeia velha, de Manuel Guimarães, produção de António da Cunha Telles, 1964.

https://www.youtube.com/watch?v=I_yb-3fc2jI&t=26s





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"...Em 25 de Fevereiro de 1933, entre as 22 e as 23h, o pacato lugar de Oliveira na freguesia de Soalhães, concelho de Marco de Canaveses, foi abalado por um acontecimento insólito, que é bem revelador do obscurantismo reinante no nosso país na década de trinta e quiçá ainda hoje, ainda que sob formas mais sofisticadas. 
Uma mulher, Arminda de Jesus, domestica, casada com Joaquim Pereira Alves (ausente no Brasil à data do crime), mãe de dois filhos menores, foi espancada e queimada viva, acusada de estar possuída pelo demónio. A vítima, fora visitar uma amiga, Joaquina de Jesus Couto, também chamada Joaquina, a doida, que sofria de ataques de histeria, mas que se julgava estar possuída pelo demónio. Ao chegar a casa desta, encontrou um grupo de mulheres e homens, entre os quais Anastácio Pereira, seu cunhado, que lia um livro que se apurou mais tarde tratar-se de um exemplar do Livra de S. Cipriano, da editora Lello e Irmão, do Porto. Tendo Arminda caído ao chão, possivelmente com um ataque epiléptico, pois andava há tempos adoentada de mal desconhecido, a louca mandou-a pôr fora de casa, gritando que ela estava excomungada e ordenando que lhe batessem. O Anastácio, que interrompera a leitura do livro, surgiu com um crucifixo e um pau, açoitando a vítima até esta proferir as palavras 'Ai meu Deus'. Sendo a Arminda reconduzida para o interior da residência, a louca Joaquina exigiu que a expulsassem novamente e a matassem, porque ela ainda trazia o diabo no corpo. Então, os presentes, todos amigos da vítima e alguns até seus familiares, arrastaram-na para o exterior, levando-a para um barracão, onde foi agredida à paulada e depois queimada, tendo intervindo no crime o citado Anastácio Pereira, António de Queiroz Correia, marido da Joaquina, o filho de ambos, Manuel, de 14 anos, e os seus irmãos Manuel de Queiroz Correia e Francisco de Queiroz Correia. A versão dos acontecimentos não é idêntica nos diversos depoimentos prestados no tribunal pelos criminosos, mas condiz no essencial, podendo concluir-se que os autores de tão macabro caso estavam convencidos de que a morta ressuscitaria. O padre Joaquim Monteiro, pároco de Soalhães, declarou aos juízes que já anos antes apreendera a Anastácio Pereira um exemplar do Livro de S. Cipriano, e que a freguesia,

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Roseiras

As minhas roseiras começam a "rebentar" após um poda correctiva...