sexta-feira, 7 de julho de 2017
Tomates: Actualização
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quinta-feira, 29 de junho de 2017
Couve-flor para pickles...
Todos la em casa gostamos de pickles e nomeadamente de couve-flor em pickles.
Feitos por nos e com os nossos produtos tem outro sabor...
As duas primeiras couve-flor já estão prontas para serem tratadas.
Feitos por nos e com os nossos produtos tem outro sabor...
As duas primeiras couve-flor já estão prontas para serem tratadas.
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12:40:00
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quinta-feira, 22 de junho de 2017
Pimentos Padron
Fizemos ontem a primeira "saladinha" de pimentos padron deste ano. Ainda nao picam mas o sabor já está lá todo...
Venham as próximas!!
Venham as próximas!!
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08:52:00
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sexta-feira, 16 de junho de 2017
Habemus tomatum !!!!!
Deixo-vos aqui algumas fotos sobre estado geral dos tomateiros....já há tomates e já nao faltará muito para os comer.
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12:37:00
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quinta-feira, 8 de junho de 2017
Courgetes...
Este ano nao consegui fazer "vingar" nenhum pepineiro apesar de ter tentado por duas vezes, morreram sempre.
No mesmo lugar coloquei courgetes e "voilá"!!!!
A natureza tem destas coisas...
No mesmo lugar coloquei courgetes e "voilá"!!!!
A natureza tem destas coisas...
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13:01:00
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terça-feira, 6 de junho de 2017
PR1 Soalhães Marco de Canaveses - Pedras Moinhos e Aromas de Santiago
“Pedras, Moinhos e Aromas de Santiago” é uma pequena rota circular, com uma média de 15 km, que dá ênfase, maioritariamente, ao turismo natural, cultural e religioso, possibilitando a contemplação de várias ostentações da vida.
O percurso em tema tem início com uma visita à Igreja Matriz de Soalhães, decorrendo, posteriormente, numa área montanhosa (a Serra da Aboboreira) de elevado valor cultural e natural, preservada pelo progresso urbanístico, por centúrias de isolamento geográfico e pela ulterior desertificação humana. Assim, durante o trajeto, percorrem-se caminhos antigos, ladeados por muros de pedra, muitas vezes escavados na rocha-mãe, por sua vez rasgados pelas rodas dos carros de bois. Além disto, as gentes destas terras, ancestralmente adaptadas aos ambientes rurais e vivendo em tradicionais casas graníticas de arquitectura tipicamente portuguesa, ainda cultivam o campo à força braçal e animal.
Tal ambiente, calmo e pouco povoado, propicia a existência de refúgios ecológicos para inúmeras espécies da fauna e da flora. Deste modo, ao longo do itinerário os pedestrianistas percorrem bosques de carvalhos, eucaliptos e pinheiros; campos de cultivo sobranceiros às aldeias e zonas de vegetação arbustiva. Nesta linha de pensamento, é de frisar uma característica nesta zona: a utilização de ervas aromáticas na gastronomia e na medicina tradicional, tais como o rosmaninho, o alecrim, o louro, a hortelã, a salsa, o funcho, a arruda, o trovisco, a cidreira, a marcela, a arnica, os agriões e os poejos. No âmbito da fauna, a serra da Aboboreira serve de hospedaria para várias espécies de invertebrados, destacando-se as distintas borboletas e escaravelhos, entre outros. No entanto, nesta região encontram-se ainda, aproximadamente, 68 espécies de vertebrados terrestres, não incluindo as aves, dando-se o destaque para a salamandra-lusitânica, a rã-ibérica, o lagarto-de-água e a toupeira-de-água, entre muitos outros exemplares. Relativamente aos mamíferos destacam-se o javali, o coelho bravo, a lebre, a raposa e o gato-bravo. Ao mesmo tempo, na fauna doméstica, encontram-se ovinos e caprinos, que pastoreiam na encosta da serra (permitindo a confeção do saboroso queijo fresco), assim como os bovinos, utilizado ainda nas lavouras tradicionais.
Matizando a paisagem, podem observar-se grandiosos rochedos com formas finamente arredondadas, lembrando silenciosos guardiões da serra. Umas vezes são usados como escudos protetores dos temporais, justificando o facto de antigamente o povo partilhar com eles o seu lar, ao construir as suas casas a elas encostadas. Outras vezes, estes geomonumentos, pela desproporção e “equilíbrio ameaçador” em que se encontram, inclinados sobre as habitações, parecem querer recordar ao Homem a sua pequenez e a realidade da sua existência estar nas mãos do destino.
De forma colateral, é possível assistir à trituração de cereais (como por exemplo, do milho) nos moinhos de água, como o “Moinho de Balcão”, cedido pela Srª. Dª Diamantina Dias e familiares. O último faz parte de um belo conjunto de onze, envolvidos por uma vegetação luxuriante e acompanhados pela Ribeira de Vinheiros, em Soalhães, e dos quais foram recuperados mais três, pela Junta de Freguesia, com o apoio do Programa Leader + e da Câmara Municipal. Apesar das suas últimas moagens terem ocorrido na década de 1970, o “Moinho de Balcão”, trabalha como antigamente, demonstrando-se como um dos motivos mais atraentes dos visitantes, dos alunos, dos turistas e dos caminheiros do itinerário em assunto.
Similarmente, para além da Igreja Matriz de Soalhães (referida inicialmente), as capelas de S. Clemente, S. Tiago, S. Brás e S. Bento do Pinhão evidenciam a presença das construções de caráter religioso em diferentes partes da paisagem deste percurso pedestre.
O percurso em tema tem início com uma visita à Igreja Matriz de Soalhães, decorrendo, posteriormente, numa área montanhosa (a Serra da Aboboreira) de elevado valor cultural e natural, preservada pelo progresso urbanístico, por centúrias de isolamento geográfico e pela ulterior desertificação humana. Assim, durante o trajeto, percorrem-se caminhos antigos, ladeados por muros de pedra, muitas vezes escavados na rocha-mãe, por sua vez rasgados pelas rodas dos carros de bois. Além disto, as gentes destas terras, ancestralmente adaptadas aos ambientes rurais e vivendo em tradicionais casas graníticas de arquitectura tipicamente portuguesa, ainda cultivam o campo à força braçal e animal.
Tal ambiente, calmo e pouco povoado, propicia a existência de refúgios ecológicos para inúmeras espécies da fauna e da flora. Deste modo, ao longo do itinerário os pedestrianistas percorrem bosques de carvalhos, eucaliptos e pinheiros; campos de cultivo sobranceiros às aldeias e zonas de vegetação arbustiva. Nesta linha de pensamento, é de frisar uma característica nesta zona: a utilização de ervas aromáticas na gastronomia e na medicina tradicional, tais como o rosmaninho, o alecrim, o louro, a hortelã, a salsa, o funcho, a arruda, o trovisco, a cidreira, a marcela, a arnica, os agriões e os poejos. No âmbito da fauna, a serra da Aboboreira serve de hospedaria para várias espécies de invertebrados, destacando-se as distintas borboletas e escaravelhos, entre outros. No entanto, nesta região encontram-se ainda, aproximadamente, 68 espécies de vertebrados terrestres, não incluindo as aves, dando-se o destaque para a salamandra-lusitânica, a rã-ibérica, o lagarto-de-água e a toupeira-de-água, entre muitos outros exemplares. Relativamente aos mamíferos destacam-se o javali, o coelho bravo, a lebre, a raposa e o gato-bravo. Ao mesmo tempo, na fauna doméstica, encontram-se ovinos e caprinos, que pastoreiam na encosta da serra (permitindo a confeção do saboroso queijo fresco), assim como os bovinos, utilizado ainda nas lavouras tradicionais.
Matizando a paisagem, podem observar-se grandiosos rochedos com formas finamente arredondadas, lembrando silenciosos guardiões da serra. Umas vezes são usados como escudos protetores dos temporais, justificando o facto de antigamente o povo partilhar com eles o seu lar, ao construir as suas casas a elas encostadas. Outras vezes, estes geomonumentos, pela desproporção e “equilíbrio ameaçador” em que se encontram, inclinados sobre as habitações, parecem querer recordar ao Homem a sua pequenez e a realidade da sua existência estar nas mãos do destino.
De forma colateral, é possível assistir à trituração de cereais (como por exemplo, do milho) nos moinhos de água, como o “Moinho de Balcão”, cedido pela Srª. Dª Diamantina Dias e familiares. O último faz parte de um belo conjunto de onze, envolvidos por uma vegetação luxuriante e acompanhados pela Ribeira de Vinheiros, em Soalhães, e dos quais foram recuperados mais três, pela Junta de Freguesia, com o apoio do Programa Leader + e da Câmara Municipal. Apesar das suas últimas moagens terem ocorrido na década de 1970, o “Moinho de Balcão”, trabalha como antigamente, demonstrando-se como um dos motivos mais atraentes dos visitantes, dos alunos, dos turistas e dos caminheiros do itinerário em assunto.
Similarmente, para além da Igreja Matriz de Soalhães (referida inicialmente), as capelas de S. Clemente, S. Tiago, S. Brás e S. Bento do Pinhão evidenciam a presença das construções de caráter religioso em diferentes partes da paisagem deste percurso pedestre.
Mais informação poderá ser obtida em http://pedrasmoinhosearomas.blogspot.com
Dowload Guia :https://app.box.com/shared/megslh69ts
Download Mapa :https://app.box.com/shared/dd6y7emxxz
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domingo, 4 de junho de 2017
Feijão ( Actualização )
Cá vos deixo umas imagens do feijão que semeei em tabuleiro e que já está "prontinho" para ir para local definitivo. Brevemente posto fotos dos mesmos já na terra.
| Antes |
****
| Depois |
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sábado, 3 de junho de 2017
As primeiras Alfaces
Demoraram e muito sinceramente até nem pensei que fossem dar grande coisa mas lá estão a começar a aparecer.
As duas primeiras deste ano que colhi na foto. Nao estão nada mal de tamanho, só para termo de comparação o sapato é um 42.
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segunda-feira, 29 de maio de 2017
XIX Festa do Folclore
O Grupo de Danças e Cantares de Soalhães leva a efeito a sua XIX Festa do Folclore no dia 18 de Junho de 2017.
Aproveitem e venham assistir e conhecer esta bonita terra .
Aqui fica o cartaz:
Aproveitem e venham assistir e conhecer esta bonita terra .
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14:09:00
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segunda-feira, 22 de maio de 2017
Pelourinho de Soalhães
Pelourinho, antigo símbolo de autonomia do concelho de Soalhães, integrado no concelho de Marco de Canaveses desde 1852 e extinto como comarca em 1855.
Numa perspetiva história, segundo Raczynski, aludido por Aguiar (nas páginas 92 e 93 do livro de 1947, com o título "Descrição Histórica e Corográfica e Folclórica de Marco de Canaveses), a proveniência dos pelourinhos provém duma “coluna de pedra com dois metros de altura e no cimo um varandim ou mirante, mandada construir por Moenius, nobre romano, na praça do Fórum de Roma”. Posteriormente, nobres, bispos, mosteiros e municípios seguiram tal exemplo, tornando os monumentos em tema em símbolos da sua dominação. Posto isto, o Pelourinho revela o poderio e a independência municipais de um determinado município, tendo sido, por vezes, mencionados por grandes escritores, como Camilo Castelo Branco, Gil Vicente e Garcia de Resende, entre outros.
Direcionando o pensamento para o Pelourinho de Soalhães, torna-se óbvia a sua presença enquanto representação da jurisdição e da independência remotas da freguesia (enquanto concelho). Este monumento encontra-se situado no centro do largo da junção das estradas municipais de Soalhães e da inferior de Juncal, patenteando uma preservação satisfatória (idem).
Fisicamente, o Pelourinho de Soalhães evidencia "uma plataforma de três degraus de planta quadrangular sobre a qual assenta uma base monolítica quadrada, destacando-se um fuste monolítico cilíndrico com colarinho. O tabuleiro é quadrangular com moldura e por cima deste são visíveis quatro colunelos de base quadrada e remate tronco-piramidal"
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sábado, 20 de maio de 2017
Feijão
Aqui á uns dias semeei em tabuleiro uma data de variedades diferentes de feijão que consegui numa troca de sementes com uma Sra Holandesa.
Algumas dessas variedades sao muito curiosas e bonitas.
Algumas dessas variedades sao muito curiosas e bonitas.
Pelo meio vieram também umas variedades que mais parecem ervilhas mas brancas que nao sei o que sao...vamos ver como corre!
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quarta-feira, 17 de maio de 2017
Estado geral da horta...
Apesar da terra nao ser grande coisa , aos poucos a coisa la se vai compondo.
Ainda há muita coisa para ir á terra mas devagarinho o aspecto geral vai sendo melhorado.
Ainda há muita coisa para ir á terra mas devagarinho o aspecto geral vai sendo melhorado.
| Tomateiros |
| Cebola |
| Couves |
| Courgetes e Pimentos |
| Cebola |
| Alface Frisada |
| Courgetes |
| Courgetes |
| Batata |
| Couves Broculos e Flor |
| Pimentos |
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segunda-feira, 15 de maio de 2017
Tomateiros...
Finalmente arranjei um bocadinho para começar a por os tomateiros á terra...aqui estão os primeiros:
Sao eles das seguintes variedades:
- Gold Dust ; - Dentato Vermelho ; - Banana Yellow ; - Black Plum ; - Peche Blanch ; - Hawaian Pineaplle ; - Sibirisky Scoropely ; - Cherokee Purple ; - Joia de Oaxaca ; - Ananas Negro ; - Fiaschetto ; - Negro da Crimeia ; - Cherry Vermelho ; - Georgia Streak ; - Cherry Chocolate
Ainda faltam muitos....
Sao eles das seguintes variedades:
- Gold Dust ; - Dentato Vermelho ; - Banana Yellow ; - Black Plum ; - Peche Blanch ; - Hawaian Pineaplle ; - Sibirisky Scoropely ; - Cherokee Purple ; - Joia de Oaxaca ; - Ananas Negro ; - Fiaschetto ; - Negro da Crimeia ; - Cherry Vermelho ; - Georgia Streak ; - Cherry Chocolate
Ainda faltam muitos....
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